A conta vai subir: brasileiros encaram novo des…Ver mais
O bolso do brasileiro mal teve tempo de respirar e já enfrenta mais um golpe. Uma nova alta de preços está prestes a atingir diretamente quem mais precisa: os pacientes que dependem de medicamentos contínuos. E desta vez, não se trata de um aumento qualquer.
Nesta segunda-feira, uma notícia veiculada no Jornal Hoje ligou o alerta em milhões de lares pelo país. O apresentador César Tralli anunciou que os remédios vendidos nas farmácias poderão subir até 5,06%. E embora pareça apenas um número, esse reajuste pode representar muito para quem luta todos os meses para manter o tratamento em dia.
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Dona Ana representa milhares de brasileiros
A reportagem mostrou o caso de Dona Ana, aposentada que precisa de sete tipos de remédios. “Tem um que custa R$ 150. Com esse aumento, nem sei se vou conseguir continuar comprando”, disse, com a voz embargada. Como ela, muitos enfrentam o dilema entre saúde e orçamento.

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A alta foi autorizada pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), com base no IPCA, indicador da inflação oficial. Ou seja: é algo “previsto”, mas nem por isso menos impactante.
Reajuste não é automático, mas exige atenção agora
Farmácias e laboratórios têm liberdade para aplicar o reajuste de uma vez ou de forma gradual. Isso abre uma janela de oportunidade para consumidores mais atentos: pesquisar antes de comprar pode fazer a diferença entre manter o tratamento ou interrompê-lo.
Como economizar sem abrir mão da saúde
A farmacêutica Lorena Baía recomenda conversar com o profissional da farmácia, buscar genéricos, aproveitar descontos em redes populares e, se possível, comprar antes que o aumento bata à porta.
A realidade é dura, mas há caminhos. Com organização e informação, é possível driblar mais esse obstáculo. Afinal, remédio caro demais pode acabar virando veneno para o orçamento.
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