Riacho Doce amanhece em silêncio após tragédia que…Ver mais
Na pequena e pacata Riacho Doce, onde o som do mar costuma embalar os dias tranquilos, uma tragédia interrompeu a calmaria na última semana. A morte inesperada de Ravi, um menino de apenas dois anos, dentro da própria casa, gerou comoção entre vizinhos, amigos e toda a população do litoral norte de Maceió.
A rotina daquela manhã parecia normal. Nicole, a mãe de Ravi, havia saído cedo para a academia, como de costume. Dentro de casa, o irmão mais velho da criança, de apenas seis anos, foi o primeiro a acordar. O que ele viu ao chamar pelo irmãozinho ficou marcado para sempre em sua memória: Ravi jazia ao lado da cama, sem se mexer, sem reagir.
Veja mais:Luto Eterno: Tragédia na SP-287 tira a vida de quatro pess…Ver mais
O desespero, as tentativas e o instante em que tudo mudou
Ao perceber que algo estava errado, o menino correu para chamar o padrasto. Manuel desceu correndo e se deparou com a cena que nenhum pai ou responsável deseja ver: o corpo de Ravi sem sinais vitais. Em pânico, tentou reanimar o menino com manobras de primeiros socorros, mas não houve resposta.

Veja mais detalhes
Nicole foi avisada por telefone. No caminho de volta, em desespero, abordou uma viatura da PM e implorou ajuda. Ao chegar, ainda tentou reanimar o filho com suas próprias mãos, sem aceitar a realidade que se impunha.
A dor da perda e as perguntas sem resposta
A perícia inicial descartou sinais de violência externa, mas identificou hematomas na região abdominal de Ravi. O laudo final ainda não foi divulgado, e a família clama por esclarecimentos. O caso, agora, está sob investigação, enquanto a dor ecoa nas ruas da comunidade.
Riacho Doce chora a perda de um de seus pequenos. Entre homenagens e vigílias silenciosas, a busca por justiça se tornou um clamor coletivo. A esperança é que a verdade, por mais dura que seja, venha à tona.
Veja mais:Feminicídio em Florianópolis: A morte brutal de Micaela Sagaz e o silê…Ver mais