Tati Machado sofre perda irreparável: bebê morre aos 8…Ver mais
Apresentadora estava na 33ª semana e percebeu a ausência de movimentos fetais
A apresentadora e jornalista Tati Machado, de 33 anos, vive um dos momentos mais difíceis de sua vida pessoal. Grávida de seu primeiro filho, Rael, ela descobriu, já no terceiro trimestre da gestação, que o bebê havia falecido dentro do útero.
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O drama começou quando Tati percebeu que o bebê, que costumava se mexer com frequência, havia parado de se movimentar. Preocupada, ela procurou atendimento médico imediato. Após exames de imagem e monitoramento fetal, os profissionais confirmaram a ausência de batimentos cardíacos.

Parto induzido é indicado nesses casos, segundo especialistas
Diante da confirmação da morte fetal, Tati passou por um trabalho de parto induzido. Esse procedimento é o mais indicado nesse tipo de situação, principalmente por se tratar de uma gestação avançada, de 33 semanas. O parto vaginal reduz riscos de infecção, oferece recuperação mais rápida e minimiza impactos em futuras gestações.
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A cesariana só é indicada quando há complicações específicas de saúde na gestante que impedem a indução do parto natural. Em nota, pessoas próximas à apresentadora informaram que o procedimento foi conduzido com segurança e cuidado.
Luto perinatal exige acolhimento e acompanhamento psicológico
A perda gestacional no terceiro trimestre é classificada como óbito fetal tardio. Nesses casos, hospitais costumam oferecer suporte psicológico imediato e encorajam que os pais tenham a oportunidade de se despedir do bebê, o que pode ajudar no processo de luto.
Embora a gravidez de Tati tenha ocorrido normalmente até o momento da perda, os médicos devem solicitar exames complementares para investigar possíveis causas. Em muitos casos, no entanto, o motivo exato não é identificado.
Fãs e colegas oferecem solidariedade à apresentadora
Nas redes sociais, amigos, fãs e colegas da imprensa manifestaram solidariedade e respeito pelo momento vivido por Tati e sua família. Especialistas reforçam a importância de acompanhamento psicológico especializado para mães que enfrentam esse tipo de perda.
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