Bolsonaro é alvo da PF, recebe tornozeleira eletrônica e sofre novas rest…Ver mais

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O cenário político brasileiro foi sacudido nesta sexta-feira, 18 de julho de 2025, com o avanço de uma nova fase da investigação conduzida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A operação, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, marca um dos capítulos mais críticos da história recente do ex-mandatário.

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Com uma decisão que rapidamente repercutiu nas redes sociais e bastidores de Brasília, Bolsonaro foi oficialmente notificado sobre medidas cautelares impostas pelo STF. Entre elas, o uso obrigatório de tornozeleira eletrônica, medida que simboliza o endurecimento das ações judiciais contra ele.

Medidas que viraram símbolo de desgaste

A decisão, considerada “extremamente severa” pela defesa do ex-presidente, vai além do monitoramento eletrônico. Bolsonaro também está proibido de acessar redes sociais, manter contato com diplomatas e outros investigados, além de ser obrigado a cumprir recolhimento domiciliar noturno, das 19h às 7h.

O cenário político brasileiro ganhou novos contornos nesta sexta-feira, 18 de julho de 2025, com a deflagração de uma operação da Polícia Federal que tem como principal alvo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

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As restrições foram justificadas pela Procuradoria-Geral da República como necessárias para preservar a integridade das investigações. Segundo a PGR, há indícios concretos de tentativa de obstrução de justiça e ameaça à ordem institucional.

Busca e apreensão, dinheiro vivo e tensão no PL

Durante a operação, a Polícia Federal cumpriu dois mandados de busca e apreensão. Um deles ocorreu na residência oficial de Bolsonaro, em Brasília, onde foram recolhidos documentos, aparelhos eletrônicos e cerca de US$ 10 mil em espécie. O outro aconteceu na sede do Partido Liberal (PL), sigla que abriga o ex-presidente desde sua saída do Planalto.

Os agentes da PF também investigam supostas movimentações financeiras irregulares e reuniões com objetivos antidemocráticos realizadas entre 2022 e 2023. As suspeitas são parte da PET n.º 14129, processo em tramitação no STF.

Oposição comemora, aliados recuam

A notícia caiu como uma bomba entre os aliados de Bolsonaro. Enquanto parlamentares ligados à direita protestam contra o que chamam de “perseguição política”, setores do centro e da esquerda veem as medidas como sinal de que “ninguém está acima da lei”.

O silêncio do Palácio do Planalto até agora é estratégico, segundo fontes próximas ao governo. Nos bastidores, há expectativa de novos desdobramentos nos próximos dias — e o temor de que mais figuras ligadas ao bolsonarismo entrem no radar da Justiça.

Bolsonaro, agora monitorado por tornozeleira e isolado politicamente, vive um ponto de inflexão que pode determinar seu futuro — tanto nas urnas quanto nos tribunais.

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