Ciro Nogueira solta uma notícia bombastica sobre Jair Bolsonaro, ele vai ganh…Ver mais

Na manhã desta quinta-feira (9), o senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente nacional do Progressistas, fez uma visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar em Brasília. A visita, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, ocorreu em meio à crescente disputa interna entre lideranças da direita sobre quem será o nome mais forte para disputar a presidência em 2026.

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O encontro durou cerca de 40 minutos e, segundo Ciro, Bolsonaro está “triste, mas acredita no país”. As conversas giraram em torno do cenário político e eleitoral, com ênfase nas estratégias da direita para o próximo pleito presidencial.

Tarcísio, Ratinho Jr. e a sombra de Bolsonaro

Embora tenha evitado cravar nomes, Ciro Nogueira reforçou a avaliação de que os governadores Tarcísio de Freitas (SP) e Ratinho Jr. (PR) são os nomes mais viáveis para representar o campo conservador em 2026. A declaração reforça o movimento de aproximação do PP com figuras que reúnem apelo popular e capacidade de manter a base bolsonarista unida.

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Bolsonaro, mesmo afastado da vida pública, segue sendo peça central nesse tabuleiro. Sua influência sobre aliados permanece forte, e a “bênção” do ex-presidente ainda é vista como decisiva para definir o rumo da direita nos próximos anos.

O racha com Ronaldo Caiado e a disputa pelo comando

A visita também serviu como pano de fundo para a mais recente troca de farpas entre Ciro Nogueira e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil). Após ser excluído da lista de presidenciáveis apoiados por Bolsonaro, Caiado reagiu publicamente, acusando Ciro de “menosprezar lideranças leais”.

Ciro respondeu de forma direta: “Lamento muito. Candidato tem que mostrar viabilidade. Quem apoia é o povo.” A frase resume a tensão crescente dentro da federação União Progressista (União Brasil + PP), onde ambos disputam protagonismo.

Nos bastidores, a frase de Ciro — “Eu comando a federação” — evidenciou a briga por espaço e influência. Com Bolsonaro fora do jogo eleitoral, cada gesto e declaração passam a ter peso estratégico na corrida pela liderança da direita.

Enquanto o ex-presidente se mantém em silêncio público, aliados como Ciro e Valdemar Costa Neto (PL) movimentam as peças para garantir espaço e definir quem herdará o capital político de Bolsonaro. E, como disse o próprio senador, “no momento certo, o presidente vai decidir” — deixando claro que, na direita, o jogo está apenas começando.

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