Disputa judicial pela guarda de boneca reborn choca Portugal e vir…Ver mais

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“Clara nunca sairia do nosso lar”

O que parecia ser um divórcio comum entre Susana e Pedro, um casal português na faixa dos 30 anos, tomou um rumo inesperado ao parar nos tribunais por um motivo inusitado: a guarda de uma boneca reborn chamada Clara. Sim, uma boneca hiper-realista tornou-se o centro de uma batalha jurídica repleta de emoção, polêmica e simbolismos.

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“Clara” foi adquirida durante o casamento dos dois e, segundo relatos, tinha papel fundamental na vida do casal — tanto como representação de afeto quanto como elemento terapêutico. Em tempos difíceis, cuidar da boneca era uma forma de conexão entre Susana e Pedro.

Quando o apego vira argumento legal

Com o fim do relacionamento, veio a pergunta: quem ficaria com “Clara”? Pedro afirma que Susana fez uma promessa de que a boneca sempre estaria com eles, não importando o que acontecesse. Para ele, Clara simbolizava o amor que viveram — e não poderia ser retirada de sua vida.

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Já Susana alega que o ex-companheiro desenvolveu uma relação “exagerada” com a boneca, chegando a montar um quarto climatizado exclusivamente para ela. “Era como se ele vivesse em função da boneca”, teria dito em depoimento.

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Advogada choca o tribunal — e a internet

O caso ganhou notoriedade quando a advogada de Pedro, Marta Correia, defendeu com firmeza o vínculo emocional de seu cliente: “Às vezes, uma boneca pode ter mais impacto emocional do que uma criança real.” A frase dividiu a opinião pública — enquanto alguns zombam, outros reconhecem o valor simbólico envolvido.

Com o processo em andamento, surgem também segredos do casamento, bens ocultos e novas disputas. A guarda de “Clara” foi só o início de um divórcio que promete revelar muito mais do que o previsto.

O público, por sua vez, acompanha cada detalhe com olhos vidrados — afinal, o que é mais surreal: a disputa ou o julgamento coletivo?

Augugu